domingo, 27 de abril de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Sigilo
:(
É que agora eu falo bastante da minha cidade, do meu trabalho, da faculdade... E me identificar é perigoso.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
SOS Emergency
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Meu novo corte de cabelo
{foto censurada}
Tentei fazer algo diferente, mas quando seca ele fica assim. Super comum e me dando esse ar de garoto certinho, do qual eu me esforço tanto para escapar. Não que eu não seja ou não queira ser certinho, mas em questão de aparência eu gosto de ter um visual mais rebelde, com mais personalidade. Não gosto de parecer qualquer um.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
CRASH, BOOM BANG!

Eu subia a Rua A prestes a fazer a conversão para pegar a Rua B. O sinal estava verde para mim e vermelho para quem descia a Rua A. Inclusive, havia carros na Rua A, acima da Rua B, parados diante do sinal vermelho. Assim, despreocupado, continuei meu caminho sem reduzir tanto a velociadade (que não era alta, uns 40km/h). Foi aí que, de repente, quando eu chegava à Rua B, ao som de "I will always... love you..." surge uma ciclista DO NADA, descendo a Rua A sem se preocupar se o sinal estava vermelho pra ela e verde pra mim. Ela não viu que eu fazia a conversão e BOOM! Eu me assustei tanto quando a vi que não consegui freiar. Vi aquela cara de espanto dela e esperei que ela desviasse do carro, como esses ciclistas sempre fazem - me dá uma raiva desses imprudentes e me deu raiva dela também. Mas ela não desviou. O carro bateu na bicicleta fazendo um som que eu consigo ouvir até hoje. Ela tentou se afastar, mas voôu para cima do carro, bateu com força no vidro e ele se arrebentou todo na minha frente. Freiei e ela continuou capotando por cima do carro, eu só a escutei rolando pelo teto e caindo no asfalto, lá atrás.
Fiquei desesperado sem acreditar que aquilo realmente estava acontecendo, fiquei fora de mim. Desci do carro transtornado e muitas pessoas já estavam próximas à menina, acreditando que ela estava morta. Ela gemia, sangrava um pouco e sua perna esquerda estava toda quebrada e horrivelmente torta para o lado. Peguei meu celular e liguei para o serviço de emergência onde trabalho (desde que comecei a trabalhar lá, sempre me perguntava se algum dia precisaria pedir uma ambulância), mas a cena do vidro se quebrando na minha frente se repetia na minha cabeça e eu repetia "que cena horrível", de olhos arregalados, enquanto torcia minha camiseta e percebia que meus braços estavam cheios de minúsculos cacos de vidro. Dentro do carro, os Smiths entravam como se nada tivesse acontecido, com uma música feliz.
Eu não conseguia acreditar que aquele dia acabava daquele jeito e nem sabia no que prestar atenção. Lembrava do Jorge, do meu sentimento de inferioridade no evento da faculdade, olhava para a menina no chão, me concentrava na ligação do meu celular, tudo estava muito obscuro.
*** Fim de temporada. ***